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A realidade sobre o diagnóstico do PT

Educação

1Sem verbas, escolas pedem ajuda dos pais para manter materiais básicos

Sem receber verbas de manutenção e custeio do governo de Fernando Pimentel, escolas estaduais mineiras estão com dificuldades para adquirir material de limpeza, pagar contas de gás, telefone e internet, imprimir materiais didáticos e até comprar papel higiênico.

Matéria veiculada pela TV Globo e G1 mostra a situação caótica de algumas delas, a exemplo da Escola Estadual José Mendes Correa, no bairro Salgado Filho, região Oeste de Belo Horizonte, foi obrigada até a racionar a faxina, já que o material de limpeza que deveria ser suficiente para um ano, só dá para mais um mês. A iluminação no local também é precária e a escola não possui verba suficiente para a troca de lâmpadas queimadas. A matéria mostra ainda infiltrações no teto.

Na Escola Professora Antônio José Ribeiro Filho, no bairro São Gabriel, região Nordeste da capital mineira, falta papel higiênico nos banheiros e a copiadora, essencial para garantir provas e outros materiais didáticos, está quebrada. Sem saída, a direção da escola chegou a pedir aos pais a contribuição de R$ 3 para imprimir provas.

Publicado em 17 de abril de 2018

2Governo Pimentel deixa alunos sem merenda

Sem repasses do governo de Fernando Pimentel, escolas da rede estadual estão deixando os alunos sem merenda. Na Escola Estadual Artur Joviano, no bairro Santa Efigênia, por exemplo, pais e estudantes foram pegos de surpresa com comunicado de que a merenda foi suspensa e os alunos teriam que levar o próprio lanche. De acordo com matéria do jornal O Tempo, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) informou que está recebendo denúncias de atraso de verba para a merenda desde o ano passado.

Publicado em 11 de abril de 2018

3Professores estaduais decidem manter greve

Em greve há mais de 20 dias, os professores da rede estadual de Minas Gerais decidiram, na última quinta-feira (22.03) manter a paralisação por tempo indeterminado Na manhã daquele dia, trabalhadores da educação interromperam o trânsito na MG-010, na região de Venda Nova, quando atearam fogo em pneus e fecharam a rodovia no sentido Aeroporto de Confins.

A categoria reclama, principalmente, que o governo de Fernando Pimentel não cumpre o reajuste anual do piso, de acordo com os percentuais definidos pelo Ministério da Educação para o piso nacional a cada início de ano. Os aumentos de 7,64% e 6,81%, em vigor desde janeiro de 2017 e de 2018, respectivamente, não foram aplicados em Minas Gerais. Com isso, atualmente, o piso dos professores no Estado é de R$ 1.982,00, bem abaixo do piso nacional de R$ 2.455,00. Os professores reivindicam também o fim do parcelamento do salário e do 13º e o atendimento de qualidade no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).

Ainda em relação ao piso salarial, é importante destacar que sequer o de 2016 foi integralmente cumprido. Naquele ano, o índice de reajuste somente foi aplicado em Minas a partir de abril (Lei 21.710), deixando de fora os meses de janeiro, fevereiro e março. O SindUTE denuncia também que professores estão tendo o nome protestado no SPC e no Serasa porque o governo retém os valores de crédito consignado, mas não os repassa para os bancos.

Segurança – Servidores técnicos administrativos do Sistema Prisional e Socioeducativo também estão em greve para cobrar reajuste salarial ou, de forma paliativa, pagamento de ajuda de custo, acordo que teria sido firmado pelo governo Pimentel em 2015 e descumprido, segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG). A greve da categoria começou no final de fevereiro.

Publicado em 23 de março de 2018

4Sem reajuste do piso salarial há dois anos, professores entram em greve

Cansados de esperar o governo de Fernando Pimentel cumprir a promessa de conceder o reajuste do piso nacional da Educação para a rede estadual, os professores decidiram deflagrar uma greve no início de março. Os aumentos de 7,64% e 6,81% definidos pelo Ministério da Educação, que entraram em vigor em janeiro de 2017 e de 2018, respectivamente, não foram aplicados em Minas Gerais. Com isso, atualmente, o piso dos professores no Estado é de R$ 1.982,00, bem abaixo do piso nacional de R$ 2.455,00.

A categoria reivindica ainda o fim do parcelamento do salário e do 13º e o atendimento de qualidade no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). A greve foi decidida no dia 8 de março, durante ato em Belo Horizonte que mobilizou cerca de 5 mil trabalhadores da educação.

Publicado em 09 de março de 2018

5Calote de Pimentel atinge também pesquisa científica

Os calotes do governo de Fernando Pimentel atingiram também as pesquisas científicas desenvolvidas no Estado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Assim como vem fazendo com recursos do ICMS, do IPVA e da saúde, Pimentel também está retendo os recursos das bolsas de pesquisadores, o que ameaça a conclusão de estudos desenvolvidos nas universidades, principalmente os da área da saúde. A situação vem se agravando desde 2016 e não há mais regularidade nas datas dos pagamentos, que eram feitos até o quinto dia útil, conforme denunciaram os bolsistas à coluna A parte/O Tempo (26/02).

Além dos atrasos, os pesquisadores também relataram que não houve, na gestão petista, reajuste das bolsas. O último aumento foi dado em 2013. Diante da falta de recursos, uma carta foi enviada ao governo mostrando indignação da categoria com a situação. Dentre as pesquisas realizadas pelos bolsistas, estão importantes estudos sobre dengue e zika.

A Fapemig apoia, em média, 10 mil bolsistas, entre todas as suas modalidades. O valor das bolsas varia entre R$ 500 a R$ 2.200. As bolsas em atraso são as conhecidas como “bolsas de cotas” (para iniciação científica e pós-graduação, basicamente), sendo que 7.000 bolsistas estão nessa categoria.

Publicado em 26 de fevereiro de 2018

 

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