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A realidade sobre o diagnóstico do PT

Saúde

1Saúde recebeu do governo Pimentel apenas 44% dos recursos previstos

Em 2017, o governo de Fernando Pimentel investiu apenas 44%, menos da metade, dos R$ 5,9 bilhões para a saúde, segundo dados da própria Secretaria de Estado de Saúde (SES) apresentados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A má gestão impacta diretamente as prefeituras mineiras, que ficam sem receber os recursos que lhe são devidos, e os cidadãos. Atualmente, o calote de Pimentel nos municípios já chega a R$ 3,7 bilhões. E a promessa de finalizar a construção dos hospitais regionais vai sendo descumprida. Na maior parte deles – em Divinópolis, Sete Lagoas, Juiz de Fora, Conselheiro Lafaiete, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Montes Claros -. a obra está paralisada pelo governo Pimentel.

Segundo matéria do jornal Metro, nas unidades da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), os repasses mensais são irregulares e os calotes atingem os fornecedores. Nos postos de saúde falta remédios, equipamentos e profissionais.

Publicado em 12 de abril de 2018

2Sem recursos, maternidades vivem caos e dependem de doações

Crise econômica e atrasos em repasses do governo de Estado atingem em cheio maternidades que são referência em parto humanizado e de alto risco em Belo Horizonte. De acordo com reportagem do jornal O Tempo, no Sofia Feldman, que atende mulheres de cerca de 300 municípios pelo SUS, hoje o déficit mensal é de R$ 1,5 milhão. Nas unidades, os funcionários ainda não receberam o 13º salário de 2017 e os auxílios vão de alimentos e enxovais doados pela comunidade até lençóis oferecidos por motéis, para manter os 185 leitos do hospital e 40 nas casas de gestante.

No Odete Valadares, a instituição sofre com infiltrações, alagamentos e com infestação de formigas. Vídeo gravado por funcionários e divulgado recentemente pela imprensa mostrou que as formigas atingiram a incubadora no CTI neonatal, materiais, equipamentos e até mesmo o rosto de um recém-nascido como mostrou vídeo gravado por funcionários. Referência em atendimento de alto risco, a maternidade realiza cerca de 330 partos por mês. A Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg) promete entregar à Assembleia Legislativa um dossiê com 30 problemas, inclusive gerenciais, que atingem a maternidade e pedir a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apuração da situação da maternidade.

Já a Santa Casa de BH, de acordo com a reportagem, possui um déficit de cerca de R$ 3 milhões. De acordo com o diretor de finanças, recursos humanos e relações institucionais do grupo, Gonçalo de Abreu Barbosa, o Estado é o principal devedor da instituição.

A reportagem mostra ainda que a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) contribui para a crise nas instituições. Em resposta ao jornal, o Ministério da Saúde disse que os recursos repassados aos fundos estaduais e municipais estão em dia e que a tabela do SUS passa por adequações periódicas. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) admitiu que deve R$ 6,1 milhões aos hospitais Sofia Feldman, Odete Valadares e Santa Casa, referentes ao programa Rede Cegonha, e mais R$ 7,4 milhões à Santa Casa relativos ao Pro-Hosp.

Publicado em 09 de abril de 2018

3Dívida com hospitais do Barreiro e São Francisco chega a quase R$ 15 milhões

A Secretaria de Estado de Saúde reconheceu que está em atraso com os repasses para hospitais beneficiados pelo programa ProHosp. A dívida é de quase R$15 milhões e foi assumida após reportagem da rádio Itatiaia afirmar que os hospitais do Barreiro e São Francisco, ambos em Belo Horizonte, podem reduzir o atendimento a pacientes e até fechar leitos por falta dos recursos do Estado.

Pelo programa ProHosp Gestão Compartilhada, o governo destina ao Hospital do Barreiro pouco mais de R$ 68 milhões em 12 parcelas. No entanto, as parcelas de janeiro e fevereiro, que somam cerca de R$ 10,3 milhões, estão pendentes. Já o Hospital São Francisco, beneficiário do mesmo programa, tem três parcelas em atraso, num total de quase R$ 4 milhões.

4Sem recursos, Sofia Feldman fecha leitos na capital mineira

Em dificuldades financeiras, especialmente provocada pela ausência de repasses por parte do governo de Fernando Pimentel, a maternidade Sofia Feldman está reduzindo seu atendimento em Belo Horizonte. Reportagem do portal G1 (16/02) mostrou que, na última semana, sete dos 49 leitos – nas quatro unidades de UTIS neonatal – foram desativados. Na unidade de cuidados intermediários, cinco dos seis leitos também foram fechados.

Os equipamentos estão todos desligados, berços e incubadoras estão sem utilização, no corredor. Outro grande problema é o atraso de salários dos funcionários, o que motivou o trabalho em escala reduzida.

O Ministério de Saúde explicou que todos os recursos para o hospital estão em dia e que os valores não são enviados diretamente a nenhuma instituição e sim repassados por meios dos fundos estaduais e municipais de saúde. Cabe ao estado e às prefeituras gerenciar as verbas e completar com recursos próprios, quando necessário. A Prefeitura de Belo Horizonte informou que está regular com os pagamentos do Sofia Feldman e não há nenhum repasse em atraso.

Já a Secretaria de Estado de Saúde reconhece que está retendo os recursos que deveriam ser pagos à maternidade. Segundo o órgão, o governo de Fernando Pimentel não repassou parte dos recursos que se referem aos programas de cumprimento de metas, Rede Cegonha, de incentivo ao parto normal e de atenção à saúde da pessoa com deficiência.

De acordo com a direção, o hospital passa dificuldades financeiras desde 2015. Atualmente a maternidade recebe R$ 5 milhões por mês, mas os gastos passam de R$ 6,5 milhões. A maternidade é a maior do país em número de partos e atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além de Belo Horizonte, a UTI neonatal do Sofia Feldman recebe bebês de 300 municípios mineiros.

Leia mais: Portal G1

 

5Funcionários da Santa Casa de Caeté anunciam greve

O calote do governo de Fernando Pimentel nos municípios mineiros está prejudicando diretamente a população que depende dos hospitais e centros de saúde públicos do Estado. Um exemplo é a Santa Casa de Caeté. Sem recursos e com salários atrasados, os funcionários da unidade de saúde entraram em greve na segunda quinzena de janeiro de 2018, mantendo o mínimo de 30% previsto em lei. Conforme noticiado pela rádio Itatiaia (26/01), os profissionais do hospital estão sem receber a segunda parcela do 13º de 2017 e o salário do mês de dezembro.

A Santa Casa de Caeté é contemplada com diversos programas da União e do Estado, além dos repasses da Prefeitura. A única fonte atualmente em atraso é a estadual. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), confirmou que cerca de R$ 235 mil reais dos programas “Rede de Resposta” e “Pro-Hosp Incentivo” estão sendo retidos.

Publicado em 24 de Janeiro de 2018

6Obras de construção de hospital em Teófilo Otoni estão paradas

Obras de construção de hospital em Teófilo Otoni estão paradas

A construção do Hospital Regional de Teófilo Otoni teve início em 2014, com cronograma de entrega prevista para o final de 2015. Além de não ter concluído a execução do projeto, o governo de Fernando Pimentel paralisou as obras em setembro de 2016. Pelo projeto, a unidade ofertará 430 leitos. A promessa de Pimentel é entregar a obra no final do próximo ano, no entanto, os serviços ainda não foram retomados. Enquanto isso, a população sofre com a falta de médicos na cidade e com postos de saúde sobrecarregados.

Confira a matéria da TV Globo:

http://g1.globo.com/mg/vales-mg/videos/v/obras-de-construcao-do-hospital-regional-em-teofilo-otoni-seguem-paradas/6355282/

Publicado em 15 de Dezembro de 2017

7Ipsemg cancela e adia cirurgias por falta de profissionais e suprimentos

No hospital do Ipsemg faltam materiais, anestesiologistas e as cirurgias são constantemente adiadas. Em reportagem da rádio Itatiaia, usuários contam sobre cirurgias adiadas por mais de três vezes, pacientes que acabaram na UTI após mais de dois meses aguardando por cirurgia, cirurgiões relatam a pacientes sobre excessos de adiamentos e falta de materiais. Anestesiologistas também estão em falta e, sem esses profissionais, os adiamentos só se acumulam. Para muitos com urgência em suas cirurgias, os procedimentos só acontecem após o caso ser levado à Defensoria de Saúde.
Ouça na íntegra a matéria da Itatiaia:

Publicado em 27 de novembro de 2017

8Governo corta alimentação do Hospital João XXIII

Em manifestação no final de dezembro de 2016, representantes da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg) denunciaram cortes na alimentação do Hospital João XXIII. A alimentação dos pacientes e funcionários sofreu cortes parciais e a dos acompanhantes foi totalmente cortada. Os pacientes tinham direito a cinco refeições por dia e foi cortada a última, o café que ocorria por volta das 21 horas.
A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) confirmou as alterações e disse que somente acompanhantes de gestantes, idosos, crianças e adolescentes terão direito à alimentação.

Além da manifestação, funcionários da Fhemig decretaram, em dezembro, greve por tempo indeterminado de enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, administrativos e outros funcionários. A paralisação é em protesto contra o parcelamento do 13º salário (em três vezes, com a última parcela a ser paga somente em março de 2017), por reajuste salarial e contra as más condições de trabalho.

Publicado em 2 de janeiro de 2017

9Rombo na Saúde

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10Hospitais Regionais

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11Leitos Hospitalares

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12Samu

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Saude-O9