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O que o PT está fazendo no governo de Minas

Ciência e Tecnologia

  1. Calote de Pimentel em bolsas da Fapemig prejudica estudos e sobrevivência de estudantes
  2. Governo não paga bolsas e prejudica pesquisadores apoiados pela Fapemig
  3. Empreendedores digitais repudiam ação do governo e cobram retorno do Seed
  4. Baixo repasse para a Fapemig
  5. Seed de portas fechadas

1Calote de Pimentel em bolsas da Fapemig prejudica estudos e sobrevivência de estudantes

Estudantes que dependem da bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) estão em dificuldades para manter os estudos e arcar com as despesas de moradia, transporte e alimentação. Desde 2016, o governo de Fernando Pimentel está atrasando o repasse dos recursos, que na prática deveria ocorrer, mensalmente, até o quinto dia útil. As bolsas de maio de 2018 só foram pagas em julho e os estudantes não têm nenhuma previsão de quando será creditado o valor referente a junho. Sem saída, estudantes acabam desistindo das pesquisas, fundamentais para o desenvolvimento do país.

Atualmente, 7.000 bolsistas, com alunos do ensino médio até pós-doutorandos, dependem do auxílio para estudar. A situação fica ainda mais grave porque os programas de apoio à pós-graduação não permitem vínculo empregatício nem acúmulo de bolsas.

Publicado em 13 de julho de 2018

2Governo não paga bolsas e prejudica pesquisadores apoiados pela Fapemig

Estudantes da área da pesquisa científica continuam sofrendo com os constantes atrasos do governo de Fernando Pimentel no pagamento das bolsas concedidas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Os valores referentes a fevereiro até hoje não foram pago, o que tem mobilizados pesquisadores a se unirem para cobrar do governo uma solução para o calote. De acordo com reportagem do jornal Estado de Minas (26/03), o pagamento de mais de 4 mil bolsas – entre doutorado, mestrado e iniciação científica – era feito no quinto dia útil do mês. O valor repassado pelo governo correspondia ao período de três meses, justamente para garantir a pontualidade das bolsas. No entanto, nos últimos cincos meses o dinheiro tem sido enviado mês a mês, não havendo mais uma data fixa para que chegue aos bolsistas.

A situação começou a se agravar em 2016 e de lá para cá não há mais regularidade nos pagamentos. Sem a verba das bolsas, muitos alunos estão dependendo da ajuda e doação de colegas. Além dos atrasos, os pesquisadores também relatam que não houve, na gestão petista, reajuste das bolsas. O último aumento foi dado em 2013, na gestão passada. Diante da falta de recursos, uma carta foi enviada ao governo, no mês de fevereiro, mostrando indignação da categoria com a retenção do pagamento. Dentre as pesquisas realizadas pelos bolsistas, estão importantes estudos sobre dengue e zika.

A Fapemig apoia, em média, 10 mil bolsistas, entre todas as suas modalidades. O valor das bolsas varia entre R$ 500 a R$ 2.200.

Publicado em 26 de março de 2018

3Empreendedores digitais repudiam ação do governo e cobram retorno do Seed

A comunidade San Pedro Valley, formada por mais de 300 empreendedores de startups da Região Metropolitana de Belo Horizonte, divulgou nota de repúdio à tentativa do governo Fernando Pimentel de incorporar a comunidade ou promover seu aparelhamento com entidade pública. Os empreendedores cobram a retomada do Star-ups and Entrepreneurship Ecosystem Development (Seed), programa de apoio a empresas de inovação tecnológica criado em 2013 e que foi interrompido por Pimentel.

Na nota, a comunidade cobra também novas políticas públicas que incentivem o empreendedorismo e a inovação tecnológica em Minas Gerais, que até agora não foram apresentadas pela atual gestão, respeito e diálogo com os empreendedores da área.

Leia a nota divulgada pela comunidade San Pedro Valley:
http://www.sanpedrovalley.org/nota-de-esclarecimento-do-san-pedro-valley/

nota spv

Publicado em 30 de julho de 2015

4Baixo repasse para a Fapemig

Em audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, na Assembleia Legislativa, no dia 2 de julho de 2015, o deputado estadual Dalmo Ribeiro, do bloco de oposição Verdade e Coerência, denunciou que o governo do PT nos primeiros seis meses do ano repassou apenas 12,44% da previsão de investimentos em amparo e fomento à pesquisa prevista na Lei de Orçamento Anual para 2015. No mesmo período de 2014, o repasse alcançou 52,36% do orçamento total para aquele ano.

O percentual de 12,44% representa R$ 43,2 milhões do montante de R$ 347,5 milhões previstos para o ano, de acordo com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira de Minas Gerais (Siafi), o que demonstra que os investimentos em inovação e tecnologia não são prioridade para o governo do PT em Minas.

Os baixos repasses foram confirmados pelo presidente da Fapemig, Evaldo Vilela, que participou do debate. Segundo ele, a fundação estadual recebeu, neste ano, apenas 15% do valor total para o exercício. O dirigente também afirmou que entre 2004 e 2014 a Fapemig teria aplicado em pesquisas R$ 1 bilhão.

No mesmo período de 2014, o repasse alcançou 52,36% do orçamento total para aquele ano. De acordo com balanço apresentado pelo governo em março deste ano, a antiga gestão do governo estadual aplicou corretamente 1% do orçamento de 2014, o equivalente ao repasse de R$ 330 milhões à Fapemig.
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Publicado em 2 de julho de 2015

5Seed de portas fechadas

O governo Fernando Pimentel também fechou as portas do Star-ups and Entrepreneurship Ecosystem Development (Seed), programa de apoio a empresas de inovação tecnológica, causando revolta no setor. Desde a criação, em 2013, o programa incentivou a abertura de 73 start-ups, beneficiando 17 mil pessoas de 55 cidades mineiras. As novas empresas têm previsão de faturar juntas R$ 23 milhões em 2015.

Publicado em 26 de maio de 2015