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Os anos que mudaram Minas

Educação

  1. Governo Pimentel deixa professores sem primeira parcela do pagamento em junho
  2. Minas com o melhor ensino fundamental e entre os melhores do ensino médio nos rankings do Ideb 2013
  3. Minas pioneira no ensino fundamental a partir de 6 anos
  4. 93,1% de crianças com 8 anos sabiam ler e escrever corretamente
  5. Ampliação dos investimentos na Educação
  6. “Reinventando o Ensino Médio” tornou a escola mais atrativa
  7. Criação e expansão do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP)
  8. Liderança na Olimpíada da Matemática
  9. Poupança Jovem reduziu evasão escolar
  10. PEP: Investimento no ensino profissionalizante gratuito
  11. Formação e capacitação de professores

1Governo Pimentel deixa professores sem primeira parcela do pagamento em junho

Uma semana após a data prevista para pagamento da primeira parcela dos salários de servidores do governo de Fernando Pimentel, professores e demais profissionais da Educação ainda não receberam o valor integral. A data prevista na escala divulgada pelo próprio Executivo era 13 de junho. Dois dias depois, no dia 15, o governo transferiu R$ 1.500, metade dos R$ 3.000 que deveriam ter sido depositados nas contas dos servidores da Educação, para os que estão na ativa. Os aposentados receberam ainda menos: R$ 500 por cargo, dinheiro que somente foi depositado no dia 19 de junho. A Secretaria de Estado da Fazenda não informou quando o restante da primeira parcela será pago.

Sem receber, os professores estão em greve e somente devem retomar as atividades quando Pimentel pagar a totalidade da primeira parcela. Tanto a categoria quanto os demais servidores reivindicam que os salários sejam pagos integralmente no quinto dia útil, como ocorria nas administrações anteriores. Pela escala divulgada para pagamento da folha de maio, a segunda parcela (para quem recebe de R$ 3.000 a R$ 6.000) está prevista para o dia 25 de junho e a terceira, dia 29.

Leia mais

Governo deposita metade do valor do parcelamento previsto para esta terça-feira / Estado de Minas
https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/professores-de-pelo-menos-143-escolas-estaduais-aderem-a-greve-por-falta-de-pagamento-de-salarios-no-sul-de-mg.ghtml

Professores da rede estadual decidem manter greve em Divinópolis após assembleia / Portal G1

Com salários atrasados professores da rede estadual protestam em BH / Estado de Minas

Publicado em 20 de junho de 2018

2Minas com o melhor ensino fundamental e entre os melhores do ensino médio nos rankings do Ideb 2013

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O ensino fundamental da rede estadual de Minas foi considerado o melhor do Brasil nos anos iniciais desde o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica 2009 (Rankings do Ideb 2013). O Estado também liderava quando se observava o conjunto das três redes – estadual, municipal e privada.

Em 2013, veio a liderança nos dois níveis do ensino fundamental do Ideb. Minas passou a ocupar o primeiro lugar no ranking tanto para os anos iniciais quanto para os finais na rede estadual e no conjunto de redes.

O Estado ficou também na 3ª posição no ensino médio entre os 27 estados brasileiros.

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3Minas pioneira no ensino fundamental a partir de 6 anos

O Governo de Minas implantou, de forma pioneira, o Ensino Fundamental de nove anos em toda a rede estadual e, por adesão, também nas redes municipais de ensino. Desde 2004, o Ensino Fundamental começava aos seis anos de idade nas escolas mineiras.

Essa é uma das medidas que fizeram o Estado ter a melhor educação fundamental do país, segundo o governo federal.

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493,1% de crianças com 8 anos sabiam ler e escrever corretamente

Segundo o Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), 93,1% dos alunos da rede estadual de Minas Gerais com oito anos de idade sabiam ler, escrever e interpretar textos corretamente. Esse resultado foi apurado em 2013 pela Proalfa, que integrava o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave).

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5Ampliação dos investimentos na Educação

Nas gestões 2003/2014, os gastos anuais em educação tiveram um aumento de 214%, passando de R$ 3,04 bilhões em 2002 para R$ 9,5 bilhões em 2014.

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Somente para melhorar a rede física das escolas, o Governo de Minas investiu R$ 1,88 bilhão até 2014. Os recursos foram destinados para a construção de novas unidades escolares, reformas e ampliações, reparos e aquisição de mobiliários e equipamentos. Melhores escolas, mais conforto e segurança para alunos e professores.

De 2011 a 2014, por exemplo, foram investidos R$ 625,3 milhões em obras.

O atual governo recebeu a Educação, em 2015, com 2.454 obras concluídas entre 2011 e 2014 e outras 2.555 obras em andamento, muitas em estágio final.

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Salário do professor

Em Minas, até 2014, o salário inicial de um professor era 42,9% maior do que o piso nacional estabelecido pelo Ministério da Educação. No final daquele ano, o valor do piso pago a um professor com licenciatura plena (nível mínimo de escolaridade exigido no estado para ingresso na carreira) na rede estadual de Minas Gerais correspondia a R$ 1.455,30 para uma jornada de trabalho de 24 horas semanais. Este valor era, proporcionalmente, 42,9% maior que o piso nacional (que é de R$ 1.697,39 para jornada de 40 horas semanais).

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6“Reinventando o Ensino Médio” tornou a escola mais atrativa

Com o objetivo de tornar o ensino médio mais interessante e desafiador para os jovens, em 2012 o Governo de Minas lançou o programa “Reinventando o Ensino Médio”. O programa aumentou a carga horária e tornou o currículo mais amplo, a partir de possibilidades relacionadas à realidade dos alunos e a áreas de empregabilidade.

Em 2014, todas as 2.246 escolas que ofereciam esse nível de escolaridade no estado já eram beneficiadas com o “Reinventando o Ensino Médio”, alcançando mais de 314 mil alunos.

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7Criação e expansão do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP)

O Programa de Intervenção Pedagógica (PIP) foi um dos grandes responsáveis pela boa qualidade da educação pública de Minas no ensino fundamental alcançada até 2014.

Equipes da Secretaria de Estado de Educação realizavam um trabalho permanente de visitas e acompanhamento nas escolas estaduais para orientar o plano pedagógico, propor estratégias de intervenção, apoiar pedagogicamente professores e alunos e, assim, assegurar a qualidade do ensino.

O programa que antes atendia apenas escolas estaduais passou a ser oferecido gratuitamente, em 2013, a escolas municipais de todo o Estado.

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* Os 850 municípios representaram uma adesão de 100% dos que ofereciam os anos iniciais na rede municipal. Nos outros três, somente a rede estadual oferecia ensino fundamental.

8Liderança na Olimpíada da Matemática

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Em mais uma demonstração da melhoria da qualidade do ensino público em Minas, em 2014, Minas Gerais ficou, pelo oitavo ano consecutivo, em primeiro lugar no ranking nacional de medalhas da Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Pública (Obmep). Essa foi a 10ª edição da mais importante competição nessa área, promovida pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Os alunos mineiros, que já conquistaram ao todo 8.712 medalhas, eram campeões tanto no número total quanto no número de medalhas de ouro. Os resultados dos alunos na Olimpíada foram mais uma demonstração da qualidade alcançada pela educação básica no Estado nos últimos anos.

Educação com qualidade reconhecida por instituições renomadas

  • De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a dimensão Educação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM-Educação) de Minas Gerais deu um salto de 0,470 (considerado baixo desenvolvimento) em 2000 para 0,638 (considerado alto desenvolvimento) em 2010 (ano do último levantamento feito).O levantamento demonstrou que Minas avançou de forma significativa na escolaridade da população adulta e na frequência escolar de crianças e jovens.
  • No Relatório “De olho nas metas”, publicado em março de 2013 pelo Movimento “Todos pela Educação”, Minas Gerais estava nas primeiras posições nos índices relacionados ao desempenho dos estudantes em português e matemática.
  • A Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização (Prova ABC), outra iniciativa do “Todos pela Educação”, relativa ao ano de 2012, mostrou que estudantes do 3º ano do ensino fundamental da rede pública mineira eram os melhores do país em matemática e redação.
  • De acordo com o estudo “Excelência com equidade”, publicado pela Fundação Lemann em 2013, Minas Gerais concentrava a maioria das escolas brasileiras que conseguiam ofertar ensino de qualidade, dentre aquelas que atendiam alunos de baixo nível socioeconômico.

Das 215 escolas selecionadas, que garantiam o aprendizado dos estudantes mesmo em condições adversas (baixa escolaridade dos pais e baixa renda, por exemplo), 109 (ou 50,7%) são de Minas.

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9Poupança Jovem reduziu evasão escolar

Implantado a partir de 2007, o Poupança Jovem teve como foco estudantes do ensino médio público estadual que residiam em municípios com alto índice de evasão escolar e vulnerabilidade social. Seu objetivo era contribuir para a redução das taxas de abandono e de evasão escolar e aumentar, consequentemente, os índices de conclusão do ensino médio.

O programa foi implantado em municípios com índice de abandono do ensino médio maior que a média do Estado, tendo como um de seus objetivos diminuir esse índice, aproximando-os da média estadual.

A meta do Poupança Jovem – que era atender, em 10 anos, 10% do total de alunos matriculados no ensino médio da rede estadual – foi alcançada com três anos de antecedência: em 2014 (até novembro), as matrículas do programa já somavam cerca de 74.181, o equivalente a 10,43% do total de 711.072 alunos matriculados, de acordo com o Censo Escolar, no ensino médio na rede estadual do estado.

10PEP: Investimento no ensino profissionalizante gratuito

O Programa de Educação Profissionalizante (PEP) foi o maior programa de ensino profissionalizante gratuito já desenvolvido em Minas Gerais.

Desde a sua criação, em 2007, o PEP atendeu mais de 220 mil estudantes em 89 cursos, em 132 municípios nas diversas regiões do Estado. Ao todo, o governo estadual investiu mais de R$ 600 milhões no programa.

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11Formação e capacitação de professores

Em 2011, a Secretaria de Estado da Educação criou a Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais (Magistra) para promover a formação e a capacitação de educadores, gestores e demais profissionais da rede estadual de ensino nas diversas áreas do conhecimento e em gestão pública e pedagógica.

Ao final de 2014, a Magistra deixou como legado diversos treinamentos e cursos, a distância ou presenciais, palestras e seminários de capacitação, além de 17 grandes eventos de formação. Ao todo, foram emitidos cerca de 120 mil certificados entre 2012 a 2014.

A política educacional (em Minas Gerais) está ancorada num plano de longo prazo, na definição de metas anuais e na busca por resultados. Dependendo do cumprimento das metas em cada escola, os professores e diretores podem ganhar até um salário a mais por ano. Os professores são avaliados pelas diretoras das escolas, com base no desempenho dos alunos e em metas individuais de desenvolvimento profissional. Essas avaliações, validadas pelos superintendentes de ensino, determinam, hoje, as promoções e a progressão na carreira.”

Trecho de reportagem “O segredo é a pedagogia”, publicada na Revista Época em 26/04/2014